Paula Brito e Costa faz vida de luxo depois do escândalo na Raríssimas

Suspensão de Paula Brito e Costa é prolongada por tempo indeterminado.

Esta semana na Nova Gente, destaque para a vida de luxo que Paulo Brito e Costa tem, depois de ter sido destituída da presidência da Raríssimas, em dezembro do ano passado, após o escândalo divulgado pela TVI.

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Suspensão de Paula Brito e Costa é prolongada por tempo indeterminado

A direção da associação da Raríssimas decidiu prolongar a suspensão da ex-presidente da Raríssimas, Paula Brito e Costa. De acordo com o JN a suspensão vai durar até que «os procedimentos legais com vista à descoberta da verdade».

Sónia Margarida Laygue, a atual presidente eleita a 3 de janeiro, afirma que a anterior presidente não poderá aceder a nenhum dos espaços da associação até que a suspensão lhe seja retirada. Suspensão de 30 dias foi determinada a 20 de dezembro de 2017 e será assim prolongada por tempo indeterminado.

Advogado de Paula Brito e Costa afirma: «Ninguém faz buscas sem uma justificação»

Depois das buscas de PJ terem sido efetuadas na Raríssimas e em casa de Paula Brito e Costa, o advogado da ex-presidente da Raríssimas deu declarações aos jornalistas.

Paula Brito e Costa foi constituída arguida e é acusada de três crimes. Na manhã seguinte à suspensão, o advogado da arguida, Pedro Cunha, foi a casa da própria e quis manter o silêncio. Confrontado com a entrevista dada pela sua cliente à RTP, Pedro Cunha responde: «Fê-lo antes de eu ser advogado dela».

Pedro Cunha tentou dizer o mínimo possível afirmando que durante um processo como este há coisas que devem ser mantidas entre o advogado e a cliente.

«Para mim seria uma surpresa total outra coisa diferente do termo de identidade e residência», afirmou.

A nova presidente da Raríssimas

Uma lista de pais de utentes e funcionários da associação Raríssimas foi eleita no dia 3 de janeiro para a direção da instituição em substituição da equipa da ex-presidente Paula Brito da Costa, que foi afastada por suspeita de má gestão.

A Assembleia-Geral Extraordinária da Raríssimas elegeu uma nova direção, a partir de uma lista apresentada por pais e funcionários da instituição.

A lista é liderada por uma socióloga do trabalho e mãe de uma menina de três anos com uma doença rara, Sónia Laygue.


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