Fundo para a Conservação dos Oceanos tem 150 mil euros para proteção de espécies ameaçadas

Fundo para a Conservação dos Oceanos tem 150 mil euros para proteção de espécies ameaçadas

Fundo para a Conservação dos Oceanos, iniciativa do Oceanário de Lisboa e Fundação Oceano Azul, tem 150 mil euros para apoiar projetos de preservação de espécies marinhas ameaçadas, como a foca-monge ou o tubarão-branco.

Lisboa, 12 jun (Lusa) – O Fundo para a Conservação dos Oceanos, iniciativa do Oceanário de Lisboa e Fundação Oceano Azul, tem 150 mil euros para apoiar projetos de preservação de espécies marinhas ameaçadas, como a foca-monge ou o tubarão-branco.


A 2.ª edição da iniciativa recebeu um reforço de 50 mil euros, “devido ao sucesso” registado na primeira vez que foi realizada, quando se destinou a raias e tubarões e foram premiados três projetos científicos, selecionados entre 23 candidaturas, refere informação hoje divulgada.


Com o tema “Espécies Marinhas Ameaçadas. Da Ciência para a Consciência”, o fundo vai agora financiar projetos de conservação de espécies marinhas que se encontrem classificadas como criticamente em perigo, em perigo e vulnerável na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).


O mero (Epinephelus marginatus), a foca-monge (Monachus monachus), a manta (Mobula mobular), o tubarão-branco (Carcharodon carcharias), o grande-tubarão-martelo (Sphyrna mokarran), o peixe-lua (Mola mola) ou o papagaio-do-mar (Fratercula arctica) são algumas das espécies classificadas como ameaçadas pelo IUCN.


O Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul pretendem promover a proteção das espécies ameaçadas, através de financiamento e de apoio ao conhecimento científico, mas também “elevar a consciência para a importância do equilíbrio do oceano e dos recursos marinhos, partilhando a visão de que a conservação do oceano é uma responsabilidade de todos”, realçam as entidades em comunicado.


Serão elegíveis para os apoios os projetos que tenham maior potencial de contribuição para a conservação das espécies escolhidas e que incluam trabalho ‘in-situ’, assegurem a qualidade científica da informação, constituam iniciativas sustentáveis e potenciem a educação.


Ainda determinante será que apresentem “uma forte componente de divulgação, não apenas de teor técnico-científico, mas também para o público em geral”, acrescentam as entidades promotoras do fundo.


As candidaturas à 2.ª edição do Fundo para a Conservação dos Oceanos estão abertas até 13 de julho.


O Fundo para a Conservação dos Oceanos foi lançado em 2017 pelo Oceanário de Lisboa e pela Fundação Oceano Azul e é atribuído todos os anos para financiar projetos científicos que contribuam para a conservação dos oceanos.



EA // JMR

By Impala News / Lusa


RELACIONADOS

Fundo para a Conservação dos Oceanos tem 150 mil euros para proteção de espécies ameaçadas

Fundo para a Conservação dos Oceanos, iniciativa do Oceanário de Lisboa e Fundação Oceano Azul, tem 150 mil euros para apoiar projetos de preservação de espécies marinhas ameaçadas, como a foca-monge ou o tubarão-branco.