Igreja venezuelana exige liberdade para presos políticos antes de aceitar reunião com Nicolás Maduro

Igreja venezuelana exige liberdade para presos políticos antes de aceitar reunião com Nicolás Maduro

A Igreja católica da Venezuela exigiu que sejam libertados os presos políticos e encontradas soluções para a crise humanitária no país, como condições para aceitar reunir-se com o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Caracas, 13 jun (Lusa) – A Igreja católica da Venezuela exigiu hoje que sejam libertados os presos políticos e encontradas soluções para a crise humanitária no país, como condições para aceitar reunir-se com o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.


“Todos os presos políticos devem ser libertados (…) deve resolver-se o problema da crise de alimentos, que é outra das coisas que temos pedido”, disse o arcebispo de Caracas.


Em declarações aos jornalistas, Jorge Urosa Savino, explicou que para que os representantes da Igreja católica aceitem reunir-se com Nicolás Maduro, devem ainda terminar “os ataques aos sacerdotes, que são assediados pelo Governo” e pelos seus simpatizantes.


O Presidente venezuelano tem apelado para reuniões com os principais setores da sociedade para debater a situação do país.


A Igreja católica venezuelana tem defendido insistentemente a abertura de um canal humanitário em matéria de alimentos e medicamentos, produtos que escasseiam no país, o que lhe tem valido acusações de estar a apoiar a oposição.


O Governo venezuelano, por outro lado, recusa a abertura de um canal humanitário internacional, insistindo que essa possibilidade daria lugar a uma “invasão militar”, disfarçada de um programa de ajuda.


Na Venezuela são cada vez mais frequentes as queixas da população sobre dificuldades para conseguir produtos básicos como alimentos e medicamentos.


FPG // JMR

By Impala News / Lusa


RELACIONADOS

Igreja venezuelana exige liberdade para presos políticos antes de aceitar reunião com Nicolás Maduro

A Igreja católica da Venezuela exigiu que sejam libertados os presos políticos e encontradas soluções para a crise humanitária no país, como condições para aceitar reunir-se com o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.